A Terra recicla continuamente sua crosta, produzindo uma nova crosta em alguns limites recentes e destruindo a crosta antiga em outros limites de placa. Todos esses locais têm algo em comum: terremotos. Trata-se do resultado da pressão criada pelas bordas das placas ao tentarem se mover umas contra as outras. A rocha consegue suportar determinada quantidade de tensão, mas se for demais, ela acabará se quebrando. Quando acontece uma quebra dessas, ocorre um movimento ao longo da falha, resultando em um terremoto. A localização geográfica onde ocorre a quebra é chamada de epicentro do terremoto.
Vários terremotos são de pequena intensidade e não causam muito efeito na superfície, mas os resultados destruidores de um grande terremoto podem ser sentidos a milhares de quilômetros do epicentro.
|
 |
Clique neste globo para girá-lo e ver os epicentros de quase 2.000 terremotos que foram mapeados de 1999 a 2003.
|
 |
Este mapa de epicentros sísmicos em todo o mundo mostra uma correlação muito estreita com o local dos limites das placas. Cortesia de USGS |
A teoria das placas tectônicas ajuda a explicar as diferenças geológicas entre o leito oceânico e os continentes. Uma crosta jovem está sendo criada no meio do leito oceânico, ao longo das cadeias mesoceânicas, mas isso não acontece nos continentes.
 |
Este mapa mostra os limites das placas. Como ele se compara ao mapa dos epicentros dos terremotos, acima? Cortesia de USGS |
|